OVNIs nos Oceanos: 10 Encontros Aterrorizantes Registrados pelos Militares dos EUA
1. O Encontro com o “Tic Tac” (2004)
O Caso NICMOND: A Perseguição ao “Tic Tac” Off San Diego
Em 14 de novembro de 2004, um dos casos mais famosos e bem documentados da história da ufologia moderna aconteceu ao largo da costa de San Diego, Califórnia. O porta-aviões USS Nimitz e seu grupo de batalha estavam realizando exercícios de rotina quando seus sistemas de radar de ponta, particularmente o do cruzador USS Princeton, começaram a detectar objetos aéreos não identificados (UAPs) em altitudes que variavam de 28.000 pés a nível do mar, desaparecendo e reaparecendo instantaneamente. O comandante da aliança aérea, Dave Fravor, foi destacado com sua equipe para interceptar um desses objetos. O que eles encontraram foi um objeto branco, liso e sem costuras, com aproximadamente 12 metros de comprimento, que lembrava um “Tic Tac” ou um “grão de feijão”. O objeto não tinha asas, propulsão visível ou marcas -3-10.
Enquanto Fravor e sua companheira de voo descreviam uma órbita descendente para observar o objeto, ele começou a imitar seus movimentos, subindo para encontrar o jato. O mais intrigante foi a observação da superfície do oceano: embaixo do objeto, a água parecia estar agitada ou borbulhando como se algo estivesse saindo de uma zona turbulenta. O objeto então disparou em alta velocidade, desaparecendo do radar em menos de um segundo, uma aceleração que nenhuma aeronave tripulada poderia suportar. Um segundo avião, equipado com sensores avançados, conseguiu rastrear e filmar o objeto, resultando no famoso vídeo “FLIR” ou “Tic Tac”, que foi oficialmente lançado pelo Pentágono anos depois. O caso é um pilar para os investigadores, pois envolveu múltiplas testemunhas treinadas, radar de múltiplas fontes (ar e mar) e a confirmação de que o fenômeno era real e desconhecido -3-10.
2:O "Triângulo" que Emergiu do Atlântico (2019)
Em um relatório do “Unidentified Aerial Phenomena Task Force” de 2020, vazou-se a informação de uma fotografia impressionante tirada no final de 2019. A imagem, capturada por um piloto de um F/A-18F que operava na Costa Leste dos EUA, mostrava um grande objeto em forma de triângulo equilátero. De acordo com o relatório, o objeto não estava simplesmente voando; ele foi visto emergindo do Oceano Atlântico e, em seguida, acelerou rapidamente no eixo vertical, desaparecendo de vista. O objeto tinha bordas arredondadas e luzes brancas e esféricas nos cantos. Este incidente adicionou uma nova forma ao portfólio de UAPs (já existiam os “Tic Tacs” e os “cubos”) e reforçou a suspeita de que esses fenômenos têm a capacidade de operar perfeitamente na interface ar-água. Acredita-se que o encontro tenha ocorrido nas proximidades de um porta-aviões de propulsão nuclear, possivelmente o USS Dwight D. Eisenhower ou o USS John C. Stennis. A capacidade de um objeto transitar do mar para o ar sem qualquer perda de performance ou assinatura térmica visível é um dos aspectos que mais intrigam os analistas
3. O Míssil Hellfire que "Quicou" no Iêmen (2024)
Em outubro de 2024, na costa do Iêmen, uma zona de conflito ativo onde forças dos EUA enfrentavam ataques dos Houthis, um drone MQ-9 Reaper americano disparou um míssil Hellfire de 100 libras contra um alvo incomum: um orbe metálico e brilhante que sobrevoava o oceano. As imagens de radar, vindas de um segundo drone que monitorava a ação, foram apresentadas em uma audiência congressional em setembro de 2025. As filmagens mostram o míssil atingindo o objeto em cheio. No entanto, em vez de ser destruído, o orbe simplesmente continuou seu trajeto, girando levemente com o impacto, mas sem sofrer danos aparentes e mantendo sua trajetória. O jornalista investigativo George Knapp, que testemunhou no Congresso, descreveu a cena: “É um míssil Hellfire batendo naquele OVNI e simplesmente quicando, e ele continuou”. O fato de um artefato explosivo de alto poder destrutivo não causar qualquer efeito visível em um objeto não identificado levanta questões profundas sobre a composição do material ou os sistemas de proteção envolvidos. O governo não ofereceu explicação para o ocorrido
4. O "Cubo de Prata" sobre o Atlântico (2018)
Um relatório de inteligência da Força-Tarefa de UAPs de 2018, que mais tarde foi vazado para a imprensa, continha uma fotografia intrigante tirada de dentro do cockpit de um F/A-18. A imagem mostrava um objeto pequeno, de formato cúbico e cor prateada, pairando perfeitamente imóvel a uma altitude entre 30.000 e 35.000 pés, a cerca de 1.000 pés de distância do caça. Três oficiais de inteligência dos EUA que analisaram a foto descreveram o objeto como um “cubo”. O que torna este caso particularmente desafiador para os analistas é a ausência de meios de sustentação visíveis. O objeto não tinha asas, não emitia calor e não se movia com o vento, desafiando as leis básicas da aerodinâmica. Um oficial de inteligência comentou: “Em décadas com a Comunidade de Inteligência, nunca vi nada parecido”. Embora tenha sido especulado que poderia ser um “dropsonde” (um perfilador atmosférico), a ausência do paraquedas e do receptor GPS associados a esses dispositivos descartou rapidamente essa hipótese
5. A Esfera que Desceu ao Mar (USS Omaha, 2019)
Em julho de 2019, a bordo do USS Omaha, um navio de guerra dos EUA estacionado na costa oeste, os sistemas de radar detectaram vários objetos não identificados. Um incidente específico, capturado em vídeo e posteriormente vazado, mostra um objeto esférico voando sobre a superfície do oceano. De repente, o objeto simplesmente desce e mergulha diretamente no oceano. O vídeo, que se tornou público anos depois, mostra a esfera se aproximando da água e desaparecendo instantaneamente sob a superfície, sem qualquer respingo, desaceleração ou dano estrutural. Não houve nenhuma explosão, respingo ou perturbação visível da água, como seria esperado de um objeto sólido entrando no mar em alta velocidade. Este evento é citado frequentemente como uma das provas mais claras da capacidade dos UAPs de operar em múltiplos domínios (aéreo e submerso), uma capacidade que está muito além de qualquer tecnologia submarina ou aérea conhecida, seja dos EUA ou de adversários
6. Os "Fast Movers" Submarinos da Guerra Fria
De acordo com alegações feitas em 2026 por um usuário do Reddit que trabalhava ao lado de um submarinista aposentado da era da Guerra Fria, a Marinha dos EUA mantinha verdadeiros “livros de registro” (logbooks) dedicados exclusivamente ao que chamavam de “fast movers” (movimentadores rápidos). O submarinista, que trabalhava na sala de sonar, descreveu que a tripulação era treinada para catalogar contatos não identificados. Enquanto ruídos biológicos eram comuns e ignorados, certos sons eram tão estranhos que mereciam uma seção especial no logbook. Eram ruídos que indicavam objetos viajando em velocidades altíssimas, sem qualquer embarcação conhecida na área que pudesse produzi-los, ou então sons estranhos, como zumbidos metálicos, que não correspondiam a nenhum navio ou submarino conhecido. Esses registros, juntamente com as gravações de áudio, eram periodicamente enviados do submarino para análise em terra, sem que a tripulação soubesse o destino final daquelas informações. Isso sugere um protocolo de longa data para lidar com fenômenos subaquáticos não identificados
7. O Triângulo Gigante na Base de Langley (2012)
Em um testemunho sob juramento em uma audiência congressional em 2025, Dylan Borland, um veterano da Força Aérea dos EUA, descreveu um evento traumático ocorrido no verão de 2012 na Base Aérea de Langley, na Virgínia. Por volta da 1h30 da manhã, ele viu um triângulo equilátero de cerca de 30 metros de lado decolar de perto do hangar da NASA na base. O objeto era massivo, não emitia som e era feito de um material que parecia “fluido” ou “dinâmico”, mudando de forma à medida que se aproximava, revelando gradualmente sua forma triangular. Enquanto estava sob a nave, Borland percebeu que seu telefone havia sido interferido e parou de funcionar. O objeto, então, ascendeu rapidamente ao nível de voo de jatos comerciais em segundos, sem causar qualquer deslocamento de vento ou ruído sônico. Borland alega que sua carreira foi prejudicada após relatar o incidente, e que o escritório oficial do Pentágono (AARO) frequentemente distorce ou ignora esses relatos
8. O Quadrado Vermelho de Vandenberg (2003)
Em 14 de outubro de 2003, na Base da Força Aérea de Vandenberg, na Califórnia, um local crítico para o projeto de defesa antimísseis dos EUA, empreiteiros da Boeing relataram algo aterrorizante: um enorme quadrado vermelho e brilhante, pairando silenciosamente sobre dois locais de mísseis. O objeto, que emanava uma luz vermelha intensa, “flutuou para leste” e desapareceu atrás das colinas. Mais tarde naquela mesma noite, Jeffrey Nuccetelli, um policial militar da Força Aérea, foi acordado por ligações frenéticas de outros guardas que relataram um objeto brilhante e rápido vindo em direção à base. Ao chegar ao local, Nuccetelli encontrou cinco testemunhas abaladas que descreveram um objeto retangular, maior que um campo de futebol americano, que pairou silenciosamente por cerca de 45 segundos antes de disparar em velocidade incrível. Uma semana depois, um novo alerta foi declarado quando uma luz estranha sobre o oceano, acreditando-se ser uma nave não tripulada, aproximou-se da base, pairou e depois desapareceu “instantaneamente”. A proximidade desses eventos com instalações de armas nucleares é um padrão recorrente nos relatos de UAPs
9. A Emergência de Múltiplos "Tic Tacs" na Califórnia
Em outra audiência congressional em 2025, o Suboficial da Marinha dos EUA, Alexandro Wiggins, ofereceu um testemunho impressionante. Enquanto servia a bordo de um navio da Marinha na costa da Califórnia, Wiggins viu um objeto “autoluminoso” em forma de Tic Tac emergir do oceano. Mas o que tornou o avistamento ainda mais extraordinário foi o que aconteceu em seguida. O objeto foi rapidamente acompanhado por outros três objetos idênticos. Os quatro objetos, então, desapareceram simultaneamente com uma aceleração alta, sincronizada e quase instantânea. Wiggins destacou que não houve qualquer estrondo sônico, apesar da aceleração brutal. Mais importante, todos os quatro objetos foram confirmados por radar, provando que não se tratava de uma ilusão de ótica ou de um fenômeno atmosférico, mas sim de objetos sólidos e controlados